Muito se fala que em agroflorestas mais complexas (com múltiplas estratificações e diversidade alta), pode-se ter uma dinâmica distinta das populações de pragas — elas não desaparecem, mas se mantêm em níveis de equilíbrio ecológico e não atingem níveis críticos de dano econômico. Será essa mais uma falácia?
A minha dúvida é: alguém tem dados ou observações de campo que indiquem como a composição funcional de espécies (ex. proporção de leguminosas, frutíferas, madeireiras) influencia a resiliência a surtos de pragas específicas?
Existe algum padrão recorrente entre diversidade funcional e estabilidade populacional das pragas? Ou isso é algo bom de se pensar no planejamento, mas que ainda não temos certezas e padrões que nos garantem um resultado satisfatório para que essa seja uma premissa obrigatória em projetos agroflorestais?
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